Pular para o conteúdo

Observatório Brasileiro de Eficiência Estatal

Educação nas capitais

Resultados

Taxa de aprovação, Ideb e proficiência no Saeb da rede municipal, nos anos iniciais e finais.

Opcional. Mostra o valor da capital ao lado do conjunto e a destaca nos gráficos.

Três medidas de resultado · mediana das capitais

Escolha a medida que o gráfico mostra

Quais resultados são observados?

O Ideb nos anos iniciais vai de 4,8 em Natal (RN) a 6,9 em Curitiba (PR) e Teresina (PI) entre as 26 capitais com dado comparável na edição 2025.

Ideb da rede municipal · índice de 0 a 10 · Ensino fundamental, anos iniciais · edição 2025 · capitais estaduais, rede municipal. Há dados comparáveis para as 26 capitais.

Edição bienal.

Define a mediana, a média e os extremos do recorte.

Só as etapas em que esta medida existe.

Forma de ver
Ordem das capitais
capitais na comparaçãoMedianaMédia simples: 6,0Brasil: 6,1 (agregado nacional da rede municipal (INEP), não é média das capitais)Metade central das capitais: 5,7 a 6,4

O eixo não parte de zero (começa em 4,5): compare a posição das capitais, não o comprimento das hastes.

Sobre este dado

Ideb da rede municipal

01Nome e identificador
Ideb da rede municipal
edu.ideb.rede_municipal· Publicável
02O que mede

Qual o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da rede municipal da capital, nos anos iniciais e nos anos finais do ensino fundamental?

O Ideb publicado pelo INEP para a rede municipal do município. O Ideb combina o indicador de rendimento (P, derivado das taxas de aprovação) e a nota média padronizada no Saeb (N, Língua Portuguesa e Matemática): Ideb = N × P.

03O que não mede
  • Não mede todas as dimensões da educação: considera só aprovação e desempenho em duas disciplinas, em dois anos escolares (5º e 9º anos).
  • Não é um indicador do órgão gestor isoladamente: reflete condições dos estudantes, das escolas e do território.
  • Não é calculado em anos pares; o painel não repete o último valor nos anos sem edição.
04Fórmula
Ideb = N × P, calculado e publicado pelo INEP. O OBEE reproduz o valor e os componentes sem recálculo.
05Unidade e escala
índice (0 a 10). Uma casa decimal, como publicado.
06Fonte e registro
INEP, Ideb 2025, planilhas divulgacao_anos_iniciais_municipios_2025 e divulgacao_anos_finais_municipios_2025, linha com REDE = Municipal, colunas VL_OBSERVADO_AAAA, VL_INDICADOR_REND_AAAA e VL_NOTA_MEDIA_AAAA.
07Período e coleta

Edições bienais de 2005 a 2025 (ano de aplicação do Saeb).

08Perímetro
  • Territorial: Município da capital.
  • Institucional: Escolas da rede municipal que atendem aos critérios de participação do Saeb.
  • Serviço: Anos iniciais (1º ao 5º ano) e anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental.
09Cobertura e exclusões
  • ensino fundamental, anos finais: 2005: 26 de 26 com valor; 2007: 25 de 26 com valor; 2009: 24 de 26 com valor; 2011: 24 de 26 com valor; 2013: 23 de 26 com valor; 2015: 24 de 26 com valor; 2017: 23 de 26 com valor; 2019: 22 de 26 com valor; 2021: 22 de 26 com valor; 2023: 22 de 26 com valor; 2025: 23 de 26 com valor. Sem valor: 2007 (Rio Branco); 2009 (Rio Branco, Boa Vista); 2011 (Rio Branco, Boa Vista); 2013 (Rio Branco, Boa Vista, Maceió); 2015 (Rio Branco, Boa Vista); 2017 (Rio Branco, Boa Vista, Porto Alegre); 2019 (Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Macapá); 2021 (Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Macapá); 2023 (Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Macapá); 2025 (Rio Branco, Boa Vista, Macapá).
  • ensino fundamental, anos iniciais: 2005: 26 de 26 com valor; 2007: 26 de 26 com valor; 2009: 26 de 26 com valor; 2011: 26 de 26 com valor; 2013: 25 de 26 com valor; 2015: 26 de 26 com valor; 2017: 25 de 26 com valor; 2019: 26 de 26 com valor; 2021: 26 de 26 com valor; 2023: 26 de 26 com valor; 2025: 26 de 26 com valor. Sem valor: 2013 (São Paulo); 2017 (Porto Alegre).
10Ausências
Códigos da planilha do INEP preservados: "ND" (participantes insuficientes no Saeb), "ND*" (não divulgação a pedido, Portarias INEP nº 410/2011 e nº 304/2013), "-" (sem resultado para a rede na edição). Nenhum vira zero.
11Transformações e correção monetária
  • Leitura da planilha oficial, com MD5 conferido contra o publicado pelo INEP.
  • Conversão de números escritos com vírgula decimal (edição 2015 das notas Saeb) para ponto.

Não se aplica.

12Condições de comparação
Mesma etapa e mesma edição. Não se somam nem se tiram médias de anos iniciais e finais. A edição 2021 foi afetada pela pandemia, segundo a nota informativa do INEP sobre o Ideb 2021.
13Natureza
Observado: valor publicado pela fonte oficial e reproduzido sem recálculo.
14Versão metodológica
1.1
15Dados e código
Série completa em CSV, com estado, nota e registro de cada valor. Código: pipeline/eficiencia no repositório; reconstrução com python3 -m pipeline.eficiencia.run.
16Validações realizadas
  • V02 Integridade: arquivos do INEP conferidos contra o MD5 publicado no próprio pacote: aprovada, com divergências documentadas.
  • V09 Estados de dado: só observação com estado "observado" tem valor; ausência nunca vira zero: aprovada.
  • V10 Unidades e escalas: valores dentro das faixas possíveis de cada medida: aprovada.
  • V11 Ideb publicado = N × P (componentes da mesma linha da planilha do INEP): aprovada.
  • V12 Consistência entre publicações do INEP: aprovação nos anos iniciais (planilha do Ideb × taxas de rendimento): aprovada.

Testes automatizados no pipeline e revisão interna da equipe. Nenhuma revisão externa foi realizada até esta versão.

Referências para ler o número

A mediana e a média simples descrevem o grupo de capitais; não são meta nem padrão. O resultado observado não mede o efeito da gestão municipal: reflete também o perfil socioeconômico dos estudantes e a trajetória de cada rede. Aprovação, Ideb e Saeb têm periodicidade própria e não coincidem com o ano da despesa.

Mediana
6,1
Média simples
6,0
Menor valor
4,8 · Natal (RN)
Maior valor
6,9 · Curitiba (PR) e Teresina (PI)
Capitais na comparação
26 de 26
Metade central
5,7 a 6,4

Referência nacional

  • Oficial publicado

    Brasil, rede municipal (INEP): 6,1 (índice de 0 a 10)

    Resultado do Brasil para a rede municipal, calculado e publicado pelo INEP; não é a média dos Idebs municipais nem das capitais.

Contexto internacional (outro universo, sem comparação direta)

Não há contexto internacional comparável para esta medida: país e município são escalas diferentes e os conceitos não coincidem.

O que este painel não mostra

Não mostra resultados por grupo de estudantes (renda, raça, deficiência, localização), por escola nem do conjunto das redes do município. Aprovação, Ideb e Saeb são da rede municipal, em etapas e edições próprias, e não demonstram o efeito de uma política ou de uma gestão.

Qualidade dos serviços públicos · proposta experimental

Como avaliar este serviço?

Escala proposta de 0 a 100: acesso, resposta e qualidade da entrega. Os escores ainda não são calculáveis. Faltam cobertura dos três componentes e referências validadas; ter dados publicados não equivale a ter um escore de serviço.

Situação do cálculo nesta edição; ausência não recebe nota zero.
CapítuloAcessoRespostaQualidadeEscore
EducaçãoPendentePendentePendenteNão calculável
Educação: critérios, dados e lacunas
Acesso
Atendimento efetivo da população elegível e exclusão escolar.
Resposta e continuidade
Tempo de matrícula, continuidade e cumprimento do calendário.
Qualidade da entrega
Aprendizagem com universo e composição comparáveis.

IDEB, aprovação e Saeb não devem ser somados como evidências independentes: o IDEB já combina desempenho e fluxo. Matrícula não mede toda a demanda; recursos são contexto.

Cobertura da avaliação: IDEB e aprovação: 26 capitais. Evidências de resultado; referências pendentes e acesso/resposta incompletos.

Proposta: média geométrica dos três pilares com pesos iguais e, depois, dos 5 capítulos completos. Ausências bloqueiam o cálculo e os pesos não são redistribuídos. Um zero válido produz zero. Território e períodos precisam ser compatíveis; capítulos novos exigem nova edição e recálculo histórico. Gastos e equipamentos são contexto; equidade acompanha os componentes e satisfação exige pesquisa própria.

Metodologia, referências e memória de cálculo →